quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

O Meu 2013

      Tenho muito a agradecer a muita gente, pois todos fizeram minha vida melhor e mais fácil no ano que passou. A maior conquista continua sendo a família, cada vez mais unida e construindo um bom futuro, o que muito me alegra.

      Ao contrário de 2012 cheguei ao final de 2013 me sentindo produtivo, ainda que eu tenha realizado o pior serviço da minha carreira como descrevi no artigo anterior, mas 2013 foi um ano bom. É chover no molhado dizer que a equipe com a qual trabalho fez tudo por mim, e é até covardia tomar para mim o mérito que é todo deles. Eles fizeram, refizeram, criaram, e colocaram em funcionamento vários recursos que possibilitaram mais eficiência e produtividade além de propiciar melhor qualidade de som e imagem aos telespectadores. Mas, assim como eu, eles também gostam de desafios e não se contentam com pouco.

      Continuo fraco quando o assunto é leitura. Li alguns livros sobre os anos de chumbo, reli alguns outros, mas nada de destaque, e para quem quer escrever bem, esse exercício faz falta. Tive oportunidade de assistir a alguns shows internacionais, mas acabei por não fazê-lo. Assisti no SESC à apresentação da Gal Costa. Nota 5. Quando assisti à Gal pela primeira vez eu tinha uns 16 anos e quanta diferença. Nessa última apresentação faltou entusiasmo, energia e a própria figura dela mostra algum desleixo. O local de apresentação foi totalmente inapropriado, uma quadra de esportes onde o público ficou em pé e as caixas de som, colocadas ao nível do solo, reverberavam em nossas canelas. Horrível e inadequado para uma artista de voz maravilhosa e excelente técnica musical. A abertura do show com funk feito pelo Caetano mostrou que é mesmo o ocaso de uma estrela. Lamentável. Levei minha mãe para assistir ao show do Roberto Carlos e ela adorou. Para mim a nota foi 7,5. Apesar do estilo musical e da voz pouco potente o capricho, o acabamento e a produção compensam. A acústica também não foi das melhores e houve uns 2 ou 3 intervalos curtos mas sem sentido durante a apresentação. Para um custo de primeiro mundo, cerca de 150 dólares para ficar sentado nas cadeirinhas de arquibancada e com uma grade na frente, dava para esperar mais. Mas acredito que ele é ainda o maior artista brasileiro em atividade.

       Fui aos Estados Unidos no início do ano e fiquei em lugares já bem conhecidos por mim. Em julho atravessei a Suíça pedalando e me preparei bem para enfrentar as subidas e foi um passeio. Em 7 dias percorremos 640km saindo de Genebra, quase divisa com a Itália e chegamos a Arbon, na divisa com a Alemanha incluindo uma passadinha pela Áustria. No grupo havia pessoas da Nova Zelândia, Austrália, África do Sul, Inglaterra e muitos americanos e essa diversidade foi enriquecedora. Subi pela primeira vez em uma montanha onde havia gelo e neve, só não fiz boneco de neve por pura vergonha, mas não deixei de "comer" um pouquinho de gelo. Também senti o ar rarefeito da altitude. 

      Na média anual emagreci um quilo e reduzi ainda mais a porcentagem de gordura corporal. Fiz 409 horas de atividades físicas, pedalei 5.025km, incluindo a ida até São Paulo, mas 500 km a menos que no ano anterior, porém corri 280 km, e para quem não treina corrida até que fui bem. Participei das provas do Sesc, Unicep, Volkswagen, Integração em Campinas e enfrentei a São Silvestre com 15 km e a subida da Brigadeiro. É, acho que está bom, e espero muito mais de 2014..

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