domingo, 17 de agosto de 2014

O que não falta é opção

      É inverno, e em Salvador a amplitude térmica é pequena, a temperatura tem variado entre 21 e 27 graus Celsius, mas também é um período de muita chuva e vento. Choveu em todos os dias da última semana, mas não hoje durante o dia, porém, pela manhã, ventava muito.

      Como irei à academia amanhã cedo não quis fazer atividade física, apenas caminhei uns 10km em ritmo lento, assim pude observar que, viver em uma grande cidade ladeada por um oceano propicia grande diversidade de opções ao ar livre. Pensei em fazer um registro fotográfico, mas fiquei com preguiça.

      Há os que passeiam com os cachorros, os que levam os filhos pequenos para passear. Tem a as crianças com os seus carrinhos ou motos elétricas, tem turma do skate, do patinete, do patins in line, os que caminham, os que correm, que são muitos, a turma da bicicleta, esses com bikes vários tipos, incluindo as elétricas e pessoal das motos.

      Há os banhistas, os nadadores, os mergulhadores, a turma da pesca submarina, os da observação com snorkel, a turma do body board, os surfistas que também são muitos, o pessoal do standup paddle e os pescadores, desde os que ficam nas pedras, os que pescam com caiaque até os profissionais com seus barquinhos, e tem ainda a turma do iatismo a vela. Observando somente nessa região não vi os grandes iates. Mas quem comanda mesmo é o pessoal do baba (futebol de areia). Eles chegam trazendo a bola e as traves que são feitas com canos de PVC, mas não sei de onde sai a “cavadeira” para fixar as traves, mas elas existem.

      Como se vende coisas! Coisas de todos os tipos, a começar pela água e não poderia faltar a cerveja e o sorvete, mas tem também o acarajé, o milho, o amendoim, o queijo coalho e a água de coco, além de alguns doces, claro! Há protetor solar, bronzeador e cremes de vários tipos, roupas, óculos e chapéu. Há também os que oferecem excursões e passeios de barco. Além de vender, também alugam-se cadeiras e barracas.Todos esses são ambulantes, e há muitos bares, restaurantes e lojas. Impossível faltar o flanelinha, já que estacionamento é artigo raro.

      Há cenários ocupados por grupos de estudantes posando para foto de formatura, corais, religiosos distribuindo panfletos, brinquedos para crianças, vendedores de imóveis com seus stands móveis e sem falar dos grupos de capoeira.

      As opções são muitas, mas, faço parte apenas dos que caminham, correm e às vezes, uma voltinha de bike. Por enquanto ainda não sou baiano, pois não comi acarajé e espontaneamente não falei um Oxe!

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