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quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

O Meu 2019

      Já comecei 2020 sem cumprir as 3 primeiras metas:

             1 - Não acordei milionário, pois não acertei as 6 dezenas da mega-sena.
             2 - Não acordei pesando menos do que 78kg, pesei exatamente os 78kg.
             3 - Não fiz o meu primeiro exercício do ano. Ontem tive uma torção na coluna que está me deixando com dores.
                  Agora, repouso…

      Bem, o meu 2019 não foi lá essas maravilhas, pois ainda estou sem renda contínua. Mas o Plano A continua ativo e o Plano B também está em andamento. Creio que nesse ano resolverei essa questão.

      Até que comecei fisicamente bem 2019. Nas 6 primeiras semana fui muito ativo e surpreendi a mim mesmo com os resultados que atingi, até que tive o problema de uma pedra enroscada entre o rim e a bexiga, cuja estória rendeu um post próprio nesse blog. Até resolver, e, depois disso, não fui constante e fui indisciplinado.

      Não li muito, mas tive algumas leituras interessantes e agradáveis, além disso, fiz 2 cursos em uma área que jamais pensei em me dedicar, faz parte do B Plan! Culturalmente falando, o único registro que vale foi assistir a um show do Paralamas. Surgiram outras boas oportunidades mas não estava com vontade, portanto, declinei.

      Também fiz poucas viagens e a única interessante foi repetida para mim, mas inédita porque fui com a minha mãe e com a Nega. Fomos à Basílica em Aparecida. Gosto de ir lá.

      Do ponto de vista familiar, estamos bem. A única preocupação continua sendo com a minha mãe, que fica sozinha em Lins e o tempo vai passando…o dilema se arrasta justamente porque nos preocupamos com ela. Tanto pelo fato dela ficar sozinha, porém, muito mais, por respeitar a vontade dela que é justamente ficar lá, no mundinho dela…Uma hora essa estória vai mudar e a mudança vai ser rápida e definitiva. Vamos Ver.

      Também muito importante registrar, a cada dia que passa me entendo melhor com a Nega, e isso para nós é uma felicidade.

      Apesar de ainda não estar me sentindo útil e sendo um tanto quanto indisciplinado, ainda tenho muito a agradecer.

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

O Meu 2018

      Você sabe o que têm em comum, além de talento, sucesso, dinheiro e fama, Prince, Michael Jackson, Madonna e Sharon Stone? Nasceram em 1958. Em 2018 completariam ou completaram 60 anos assim como eu, que não tenho nenhuma dessas características, e terminei o ano ainda pobre e desempregado. Aliás, no final de 2017 eu já sabia que a minha carreira como engenheiro de televisão, após 41 anos de trabalho, estava sendo encerrada, e eu sonhava em produzir por mais 5 anos. Portanto, 2018 não seria nada fácil, e não foi!

      Foi muito difícil acordar e não ter para onde ir. Fiquei e continuo ainda preocupado com as despesas mensais sem ter receita compatível. Foi o ano em que mais tive tempo e que menos o aproveitei. Não li o suficiente, reli algumas coisas, boas e ruins, li alguns autores novos para mim, mas nem de longe com a mesma vontade e aplicação. Também não me exercitei o suficiente, ainda estou fraco e gordo. Deixei de aproveitar por simples falta de vontade. Deixei-me abater e a procrastinar tarefas que antes eu resolvia de imediato.


Mapa do meu peso em 2018

      Passei também a ter vários problemas de saúde, a começar por insônia, dores na coluna, nos joelhos, resfriado várias vezes, infecção no olho 4 vezes, problemas na pele, estômago, e até tontura. No final de setembro, passei dois dias meio atordoado. Para não fugir à regra, nas poucas consultas com médicos a que me submeti, e respondendo sempre às mesmas e típicas perguntas, quando não era diagnosticada virose, nos casos dos resfriados, a causa poderia ser tcham tcham tcham tcham: estresse! Enfim, tanto nos problemas quanto na causa estou passando pela deteriorização da minha qualidade de vida.

      Quando durmo e sonho, em muitas das vezes me vejo trabalhando. Fico imerso em situações semelhantes às que já vivi e com pessoas com quem trabalhei em todas as emissoras pelas quais passei. Às vezes misturo as situações e as pessoas. É claro que as mais recentes predominam. 

      Não me serve de consolo imaginar que ainda tenho capacidade física e intelectual para trabalhar em alto nível e que fui “abatido” por fatores econômicos. Por outro lado também não culpo os executivos e a empresa que luta para sobreviver em meio à crise. Sou apenas mais um entre tantos outros amigos, colegas e desconhecidos do mesmo setor e também de outros. O desastre econômico produzido por sucessivos governos ruins até que foi abrandado nos últimos dois anos, mas não o suficiente para o mercado reagir, os investimentos aparecerem e a economia voltar a crescer.

      Voltei a morar em São Carlos - SP, onde minhas despesas são menores e aqui estou mais próximo da minha mãe e perto da filha, genro e neto, o que me trouxe vários momentos de felicidade. Deixei para trás, em Salvador, amigos e o mar. Lá eu corria na beira da praia, aqui também tenho amigos, mas quando me animo, corro na margem do córrego do Gregório. O que por si só, já faz uma enorme diferença.

      É grande a dor de estar desempregado. É maior a dor de ter tido a carreira encerrada pela circunstância, não por opção. E ainda doeu muito mais o fato de não ter deixado um legado no último emprego. Tenho consciência de que não produzi um desastre, mas ser apenas normal nunca me foi suficiente. Até reconheço que para algumas pessoas com as quais trabalhei diretamente fiz a diferença, mas para mim foi pouco. Ainda vai demorar muito para que eu assimile essa queda.

      Em nossas vidas há elementos que marcam determinadas passagens. Pode ser uma pessoa, uma imagem, uma fragrância, um gosto, uma música, enfim, são coisas particulares, e eu associaria esse ano à frase: “…e sem o seu trabalho, o homem não tem honra…" 

https://www.youtube.com/watch?v=2t7XXneQgtk


      A vida tem que continuar. Não é do meu feitio aceitar passivamente, sem reagir. Uma característica da engenharia é resolver problema e estou diante de um enorme! Não consegui meu diploma de engenheiro no lixo, e, além do mais, tenho responsabilidade para com várias pessoas. Não vai ser rápido, não vai ser fácil, não será indolor, mas estou me estruturando para voltar a ser produtivo e a gerar receita.

      Principalmente no segundo semestre houve uma politização imensa na sociedade brasileira, houve uma renovação marcante no poder executivo e legislativo federal e há um clima de muito otimismo para 2019. Todos sabemos que os problemas estruturais não serão resolvidos de imediato, que a crise ainda se arrastará por algum tempo, mas o que importa é a direção. Se o novo governo traçar um caminho coerente pode ser que o otimismo se concretize e dessa forma todos possamos colher bons frutos. Que venha 2019.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

O Meu 2017

      No último mês de dezembro escrevi dois textos, mas, de muito ruins, não serão publicados, e esse será um mero inventário.

      Profissionalmente o ano de 2016 terminou muito mal para mim, fiquei afastado das operações de TV quando completava 40 anos de trabalho em televisão, e agora, em dezembro, posso dizer que terminou pior ainda, pois estarei desempregado a partir de março. Como vários amigos, fui abatido pela crise econômica. De muito positivo foram as inúmeras manifestações de incentivo e carinho que recebi dos amigos, isso é de inestimável valor.

      Com as equipes com as quais trabalhei em 2017 conseguimos alguns resultados expressivos, entre eles o maior índice de recepção digital de TV do país até agora, 93,3%. Em um projeto que assumi em andamento mas no qual pude contribuir e visei somente o resultado para a empresa, recebi, do Instituto Euvaldo Lodi - IEL, ligado à Federação das Indústrias da Bahia - FIEB, o prêmio de primeiro lugar como Tutor.


PRIMEIRO LUGAR COMO TUTOR - PROGRAMA INOVA TALENTOS - IEL


      Fisicamente saí da apatia, mas as seguidas lesões: joelho, cintura, esporão e panturrilhas, as duas, duas vezes cada, não me deixaram em um estado físico desejado.
Não cumpri os 300 treinos - foram apenas 216
A meta de 150h bati com facilidade, foram 208h.
Havia previsto emagrecer 2,5kg, foram cerca de 4kg.


EXERCÍCIOS E CONTROLE DE PESO EM 2017


      As leituras continuam me dando prazer e entre novidades e releituras havia algumas coisas interessantes, outras, nem tanto. Na foto falta um livro que reli nesse ano mas o emprestei. O do Pasternak comecei, parei, comecei novamente mas ainda não concluí.


LIVROS, AINDA UMA PAIXÃO...

      Assisti a um bom show de música baiana na concha acústica do TCA que se encontrava com a capacidade esgotada, 5.000 pessoas que não arredaram o pé, nem mesmo com a insistente chuva. Também assisti ao Cirque Du Soleil - One, baseado nas músicas do Michael jackson, no Mandalay Bay, o mesmo hotel casino onde no final do ano um atirador se alojou e fez dezenas de vítimas, também, da mesma companhia, assisti pela terceira vez o espetáculo O, no Bellagio. Em Salvador, na arena Fonte Nova assisti ao Dire Straits.

      Por uns dias, durante a viagem a Las Vegas em abril, tive a companhia de um casal de sobrinhos que está residindo nos Estados Unidos. Agradável e engrandecedor.

      Por não estar mais na operação de televisão, consegui me desligar das obrigações e viajei, em férias, para a Península de Maraú, bonito e interessante, mas o mar está invadindo as praias, tomando o que a ele pertence. Também não gostei do lixão a céu aberto na entrada da península. Mostra um descaso com a natureza, com o local e para com as pessoas.


FÉRIAS EM MARAÚ - OUTUBRO 2017

      Até poderia ser uma ano a ser celebrado, mas … sem o seu trabalho um homem não tem honra…não dá prá ser feliz, não dá prá ser feliz …





quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

O Meu 2015.

      Após uma sequência de anos vitoriosos chegou a inflexão: 2015 não começou bem e terminou pior, agora a curva aponta para baixo. Eu posso dizer que para mim até que não foi dos piores se comparado com o de muita gente. O ano começou frenético e terminou se arrastando. Vi amigos e conhecidos perderem o emprego, tanto aqui, na Bahia, quanto no estado de São Paulo, e isso é péssimo. Alguns perderiam naturalmente, pois as estruturas precisam se renovar, mas a maioria foi por causa da crise econômica e política. As três esferas de poder estão contaminadas por ideologias rasteiras e por vigaristas de todas as espécies, e não há consolo, pois 2016 não parece que será alvissareiro.  A gente não merece isso, mas é o que temos.

      Não consegui cumprir as minhas promessas. Apesar de ter mantido o mesmo peso do final do ano passado não voltei a treinar com a regularidade necessária, e desde o final de setembro estou com uma lesão no joelho esquerdo que dói muito e me levará a uma cirurgia. Segundo o médico eu poderia viver assim, mas a vida de atleta estaria encerrada. Espero ser operado ainda no início do ano para logo aumentar a intensidade e a regularidade dos treinos, pois já estou ativo mas com baixa frequência. Além do que, vou praticar um esporte náutico, embora ainda não tenha decidido qual será.
Menisco Lesionado
      
      Não tenho problemas na família, a única preocupação é com minha mãe que mora sozinha e longe dos 3 filhos, e isso não está bom, precisamos discutir esse caso com mais assertividade. ( Eu fico em Salvador - BA, meu irmão em São Mateus - ES, e a minha irmã em Sorocaba - SP, a mais perto. O nome das 3 cidades começa com S ). Se em 2014 ganhamos um filho quando a nossa filha se casou, agora temos também um neto. Um garoto saudável, com habilidades motoras notáveis para a idade, bonzinho, e que acorda com um bom humor expressivo. A gente está “babando” por ele.
Na praia com o meu netinho. Em 8 meses é a terceira vez que ele vem aqui e a primeira que entra no mar.
      
      Não estudei e vai demorar para que eu encontre algo que eu precise e me atraia. Fiz apenas um curso rápido à distância que foi de pouca serventia, achei-o fraco. Eu leio com alguns propósitos: aprender, distrair e recordar e isso fiz bastante. Ainda que tenha pouco tempo disponível, aproveito-o bem, e esse é um ponto positivo. Novamente não assisti a shows, mas em setembro fiz uma viagem empolgante a Washington, até porque não paguei por ela como já contei em um post do dia 03 de maio. Visitamos, a Nega e eu, vários lugares, fomos a museus incríveis: de história natural, de arte, de escultura, de história e de ciências, além termos ido aos principais pontos turísticos ( a minha foto no blog foi tirada durante essa viagem no Lincoln Memorial ) e também a restaurantes típicos. Ficamos também alguns dias em Las Vegas onde nos encontramos com amigos. Lá passeamos e fizemos algumas compras. Viagem tranquila, o que estragou foi a desvalorização do Real frente ao Dólar, que saiu da casa dos dois e pouco por Dólar, para mais de quatro quando viajamos. Outra vez: eta governo incompetente!
Lidos em 2015. Faltam nessa foto uns dois que estão emprestados.
      
      Profissionalmente também foi um ano turbulento e a minha expectativa foi mudada em função das necessidades, mudou em janeiro e novamente em novembro. Apesar de ainda ter a televisão na veia, hoje o meu trabalho está ligado à infraestrutra de televisão. Aquilo que era figurante em meu trabalho hoje é protagonista, deixei de ser generalista para tentar ser especialista em duas disciplinas. O problema é que precisamos de resultado antes de ter uma equipe bem formada, e o meu estilo não é o “arrasa quarteirão”,  aquele que chega e arrebenta, trabalho melhor construindo aos poucos, mas de maneira sólida. Sinto que terei dificuldade, mas me conheço e sei que tenho uma enorme capacidade de me motivar, igualmente me motivam a dor e o prazer. Se não vou fazer o que mais gosto, vou fazer bem feito o que tem que ser feito porque é um desafio. Vamos, como diz a Ivete Sangalo, pra frente, pra frente...

Prá frente, prá frente...




quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

O Meu 2014

     Há tempos fui informado, embora eu não saiba o que isso significa (nem procurei saber), que sou filho de Xangô, e nos primeiros dias do ano que Xangô iria reger 2014, portanto, um ano de mudanças, e elas vieram, e vieram forte. Mas vamos começar pelo que não deu certo.

      Ao contrário dos anos anteriores perdi o meu condicionamento físico, perdi massa muscular e ganhei peso, comecei com 72,8 kg e terminei com 77,7 kg. Ganhei também uma alergia, que pela primeira vez em 55 anos me levou a um plantão médico sem ter sido por acidente. Me exercitei apenas 111 horas em 92 exercícios e pedalando 10% do que fiz em anos anteriores, muito pouco para a minha vontade. Não estudei, não assisti a shows e fui, em um bate-e-volta, aos Estados Unidos sem nenhum lazer.

      Por outro lado, tive logo no início do ano três demonstrações de que há sensação, como o reconhecimento, que dinheiro algum compra. Em anos anteriores, por falta de opção, fui escalado para apresentar alguns temas em encontros de engenheiros, fui bem avaliado pelos organizadores que me convidaram para fazer outra apresentação, dessa vez em um treinamento, e acho que me saí bem. Um projeto criado pela equipe da qual eu fazia parte em São Carlos foi o vencedor de um concurso nacional de desenvolvimento tecnológico. Esse merecia ter sido patenteado. Por fim, fui convidado pela empresa para a qual eu trabalhava a mudar de emprego, cidade e estado. Roubando o título de um blog que eu costumava ler posso dizer que hoje "Eu moro onde você tira férias". Tudo isso junto logo no início do ano me deu a sensação de que a minha carreira fez sentido, que estou no bom caminho.

                                                                 Igreja de São Francisco

      Profissionalmente não foi um ano de entregas, mas de aculturação. Estou me adaptando às demandas, processos e estrutura, mas já deixando algumas marcas, e a característica que me apontaram é que sou paulistanamente, “muito direto”, logo, preciso me policiar. Não posso dizer que esteja feliz profissionalmente, estou é inquieto, mas com muita vontade e determinação. Uma das melhores partes da mudança é saber que deixei amigos por onde passei e que estou fazendo amigos onde estou. Sempre admirei as equipes com as quais trabalhei e aqui também conheci profissionais competentes, inteligentes, dedicados e que me receberam com muita hospitalidade. Não dá ainda para saber se a minha proposta de trabalho será vitoriosa, mas já estou contente por ter o sentimento de pertencer a mais uma boa equipe.

      Há três lugares que conheço bem aqui na Bahia, a casa onde moro, o meu local de trabalho e o aeroporto de Salvador. Por ter voado mais de 60.000km gastei muito tempo em aeroportos, o que me deu tempo para leitura. Ao contrário dos últimos anos voltei a ler e a reler, mas não voltei a estudar. Estudar não me dá prazer, mas ler e saber, sim.

      Eu achava feia a cidade de São Carlos, mas as daqui são piores. Estou morando em Lauro de Freitas, cidade vizinha a Salvador, onde trabalho, e não podia imaginar que em pleno século XXI eu iria viver em um local que não tem rede de esgotos, tratamento de esgotos e coleta seletiva de lixo. Tratamento de resíduos, então, nem pensar. Essa é a realidade, ainda que eu esteja na parte mais rica do estado, assim concluí que para São Carlos falta apenas o mar. Como eu já havia dito quando visitei São Francisco, na Califórnia, o mar conserta tudo. Aqui não tem um mar apenas, tem um oceano, o que propicia lugares maravilhosos apesar da falta de infraestrutura adequada. Por ser uma região metropolitana, tive que me adaptar ao trânsito, longas distâncias, congestionamentos e ao planejamento para sair de casa, essa é a parte ruim, mas também tive que aprender a ver, além da previsão do tempo, a tábua das marés, prá saber quando a praia está melhor. Que chato!

                           É melhor um dia ruim na praia do que um dia bom no escritório

      A pior parte da mudança foi ter deixado a minha filha. Ela, que se casou, seguirá o seu destino longe da gente, mas entendo que assim é a vida. A parte boa foi o apoio do meu filho e da minha esposa. Essa sim paga um preço alto, pois nós todos deixamos o conforto, a estabilidade, a rotina e os amigos, mas eu tenho a atividade profissional que me ocupa, mas ela, a princípio, só tem a mim e é quem nos dá suporte, e nos incentiva.

      Não costumo fazer promessas para o ano vindouro, mas dessa vez, além do empenho para fazer tudo dar certo, não irei tomar refrigerantes até o próximo natal e voltarei a treinar, pois já estou ficando preguiçoso e sentindo falta, também continuarei ensaiando, já falei um “Oxi” quase espontaneamente. De qualquer maneira me sinto privilegiado, assim, novamente, nada a pedir, mas muito, e a muitos, agradecer.